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20 MULHERES mais poderosas nos E.U.A consideradas “mulheres de ferro” ou “mulheres de alma”


20 MULHERES EMIGRANTES CABO-VERDIANAS MAIS PODEROSAS NOS E.U.A.

pedro chantreEsta escolha de 20 mulheres emigrantes, cabo-verdianas e descendentes, mais poderosas nos E.U.A., baseia-se em critérios de popularidade, mobilização, projecção e participação de cada uma na comunidade.

O artigo surge por ocasião das celebrações dos dias das mulheres. A 8 de Março celebrou-se o dia internacional da mulher. No dia 27 de Março será o dia da mulher cabo-verdiana.

Para certas pessoas estas 20 mais poderosas podem ser consideradas “mulheres de ferro” ou, para outras, apenas “mulheres de alma” mas, o certo é que elas se destacam e merecem o reconhecimento.

Para os que não conhecem ou pouco conhecem estas individualidades femininas, fica aqui a dica.

Este artigo é um reconhecimento e poderá ser um incentivo para as cabo-verdianas que se têm destacado e que queiram se destacar, pela positiva, com iniciativa e envolvimento nesta comunidade.

A maioria destas mulheres, por área de actividade, são artistas, o que prova a riqueza e a origem cultural cabo-verdianas.

A popularidade destas mulheres está dividida por regiões ou cidades.

Num futuro contamos apresentar um trabalho mais detalhado sobre estas figuras que são apresentadas por ordem alfabética.

 

 

ana fidalalgo(1) Ana Maria Fidaldo, nasceu em Luanda, Angola, filha de cabo-verdianos da ilha do Fogo, emigrou em 1983, assume como activista comunitária.

Antes de emigrar para os E.U.A., visitava Cabo Verde periodicamente.

Ela, que trabalha na Davey’s Super Market, negócio familiar, tem sido uma das principais impulsionadoras e vozes da estação de “Rádio Nha Terra” na cidade de Boston, localidades de Dorchester e Roxbury, fundada em 1987 pelo seu  falecido marido, Jorge Fidalgo, assassinado em 2001, e Adalberto Teixeira.

A mesma tem sido uma das mulheres de iniciativa e mobilização nestas expressivas comunidades, tendo trabalhado com idosos do grupo “Pilon-Kola” (1994-96), que celebravam as festas tradicionais de S.João e S.Pedro.

 

 

ana novais(2) Ana Novais “Ninucha”, psicóloga, nasceu na ilha de S.Vicente, emigrou em 1995.

Actualmente ela é Directora Executiva de Saúde do Estado de Rhode Island, tendo sido a primeira mulher cabo-verdiana e de cor a desempenhar esta função.

Ela começou a trabalhar numa loja, em 1998 entrou para o departamento de Saúde do Estado de Rhode Island, desempenhou o cargo de coordenadora de educação, mais tarde de directora de saúde para minorias.

Em Cabo Verde e Portugal ela trabalhou como psicóloga e professora.

“Ninucha” foi uma das vencedoras da décima edição, a 8 de Março de 2008 do prémio “Extraordinary Woman Award”, categoria “Saúde”, no Estado de Rhode Island.

Ela tem sido uma activista sócio-cultural-desportiva e faz parte da associação Inteligência Futebol Clube “Tchepá Oss” com sede em Atleboro, fronteira entre o estado de Massachusetts e Rhode Island.

 

 

belita(3) “Belita di Povo”, de nome de baptismo Eucília Dias Andrade, nasceu na Brava, emigrou em 1999, é fundadora em 2007 do grupo carnavalesno “Sem Vaidade”.

 

Ela é seguida pela expressiva comunidade bravense no estado de Rhode Island, responsável pela organização das festas de salão como carnaval, fim de ano e outros convívios, mobilizando e arrastando centenas de pessoas.

 

“Belita” trabalha para a empresa “Nursing Placement Home Health & Hospice Care in Rhode Island” de Maria de Fátima Barros, também, na lista das 20 mulheres mais poderosas.

Em Cabo Verde ela era comerciante, deslocava-se a vários países. Nos E.U.A. já visitou todos os estados.

 

 

Carmen Vieira(4) Carmen Monteiro, nasceu na Brava, ainda criança, em 1985, emigrou para os E.U.A..

Ela é um dos quatro sócios de CCKA Elite Productions, empresa que há 4 anos anualmente organiza “Red Carpet”, um dos maiores eventos de elite na comunidade.

Esta bravense, com a ajuda dos sócios, vem demonstrando a sua capacidade em conceber, promover e desenvolver actividades recreativas e culturais de elite.

Carmen ocupa o cargo de vice presidente de pesquisa e produção de Kate Spade & Company Division, Adelington Design Group, conceituada empresa de moda, jóias e outros artigos com sede em Nova Iorque.

 

 

djuta barros(5) Djuta Barrros, de nome de baptismo Maria Barros, nasceu em Santiago, emigrou aos E.U.A. em 1990,  é uma destacada cantora que, até então, gravou 2 CD’s, “Melodia” e “Nôs Encontro”.

Ela faz parte do elenco de cantores mais participativos em actividades na comunidade, tem sido promotora de espectáculos com outros artistas locais e que se deslocam doutras comunidades e países.

A cantora pretende lançar em breve o seu DVD, 33 anos de carreira, completados em 2011; tem em perspectiva gravar um Cd com apenas mornas de Cabo Verde; decidiu apostar na sua carreira musical com digressões ao exterior, tendo como empresária Milú Timas,  única mulher cabo-verdiana promotora no ramo musical.

Ela começou a cantar e a fazer teatro desde os 9 anos de idade, sendo o seu principal mentor o activista, Dr. Fragoso “kwame kondé, que reside em Portugal.

Em Cabo Verde ela foi desportista e praticou a modalidade de andebol.

 

 

Fantcha Mendes(6) Fantcha, cantora de seu nome Francelina Durão Almeida, nasceu em S.Vicente, depois de ter estado em Portugal, emigrou aos E.U.A., em 1988, numa digressão com a falecida cantora Cesária Évora.

Actualmente a residir em Nova Iroque, ela trabalha na moda como estilista, além de pontualmente actuar em concertos.

Em S.Vicente, aos 10 anos de idade, ela fez parte do grupo de carnaval Flores do Mindelo tendo sido lançada por  “Ti Goy” (Gregorio Gonçalves), um dos compositores mais famosos da ilha, que a apresentou a Cesária Évora .

Ela gravou quatro álbuns: (1) Boa Viagem (1988); (2) Criolinha (1998); (3) Viva Mindelo (2000); Amor, Mar e Música (2009).

Foi a primeira mulher cabo-verdiana a actuar em festa popular pelo conjunto “Grito de Mindelo” e, em noites cabo-verdianas, cantava com Cesária Évora.

 

 

gardenia benros(7) Gardénia Benrós, artista cabo-verdiana mais veterana nos E.U.A., nasceu em Santiago, viveu em Portugal e chegou aos E.U.A ainda criança.

O gosto pela música foi influenciado pela avó e mãe.

Em 1983, ela integrou Tropical Power e gravou pela primeira vez com este conjunto liderado por Norberto Tavares; frequentou a Berkley College Music of Boston; em 1998 fundou a sua própria editora, Independent Talent Productions; ganhou o prémio de melhor voz feminina no concurso “Talent América” em New York City e o prémio de fotogenia como modelo; venceu concursos de beleza e talento como Miss Pawtucket City, Miss Ocean State, Rhode Island e Miss Cabo Verde nos Estados Unidos;

Ela assinou contrato em 1986 com a editora Polygram e lançou cerca de 10 trabalhos: “Gardenia Benrós” (1986); “When Love is Gone/I Need You” (1987); “Raizinho di Sol” (1988); “O Melhor de Cabo Verde Mix I” (1989-91); “É Sim” (1990); “O Melhor de Cabo Verde Mix II (1994); Kryola D’ Encantar” (1995); “Simplesmente Caboverdiana” (1997); “Bo Kin Cre” (1999); “O Melhor de 2” (2000)

 

 

gunga tavares(8) Gunga Tavares, nasceu em S.Vicente e cresceu em Santiago, jornalista de carreira é actual adida cultural do Consulado de Cabo Verde nos E.U.A..

Ela tem sido um elo de ligação nas comunidades cabo-verdianas nos E.U.A, embora de forma discreta, vai mexendo e influenciando vários estratos sociais.

Gunga foi jornalista da Voz da América desde que fixou residência nos E.U.A., em 1986, até o ano de 1995, altura que ingressou nos serviços consulares.

Todas ou quase todas as actividades e iniciativas que envolvem o Consulado passam pelas suas mãos.

Ela foi um dos primeiros jornalistas aquando do surgimento da televisão de Cabo Verde, na altura TVEC, destacando-se pela firme postura comunicativa.

 

 

Isaura Mendes

Isaura Mendes

(9) Isaura Mendes, nasceu na ilha do Fogo, emigrou com a família em 1966. Ela tem sido um dos principais activistas contra a violência na cidade de Boston, nas cidades de Roxbury e Dorchester.

Dois dos seus filhos e quatro sobrinhos já foram assassinados.

Isaura criou uma fundação com o nome do seu filho, Bobby Mendes, assassinado há cerca de 15 anos.

Desde esta altura ela tem promovido várias actividades como marchas pelas ruas e em 2008 passou a visitar presos em cadeias para levar a mensagem da paz.

Ela já recebeu alguns prémio na comunidade e foi reconhecida pelas autoridades locais e estaduais.

 

Linda Barros

Linda Barros

(10) Linda Barros, nasceu em S. Vicente, chegou nos E.U.A. em 1989, foi a primeira deputada (mulher) da Nação cabo-verdiana nos E.U.A. pelo círculo das Américas pela lista do MpD, de 1995 a 2001.

Actualmente ela é ambientalista, trabalha com a população pobre na cidade de Brockton e arredores, na luta contra a doença asma.

Ela tem desenvolvido trabalhos contra diferença social e apoio aos mais necessitados.

Linda foi bancária de 1994 a 2004. Também desempenhou o cargo de coordenadora do partido MpD de 1994 a 2005.

Ela viveu em Portugal, mais tarde França e chegou aos E.U.A. aos 21 anos de idade.

 

 

Luisa Lobo

Luisa Lobo

(11) Luisa Lobo, nasceu no Sal, emigrou para os E.U.A. em 1994.

Ela tem sido uma das principais activistas de Criolas Contra Câncer, grupo que surgiu em Junho de 2013, que tem realizado vários eventos de beneficiência, mobilizando e cativando a comunidade.

Em Cabo Verde ela era relações públicas e protocolo, recebia delegações e personalidades.

Desde Junho de 2002 que Luisa passou a ser funcionária dos TACV – Cabo Verde Airlines que – no aeroporto de Boston, antes em Nova Iorque – ajuda e cativa a simpatia dos passageiros que viajam a bordo da transportadora nacional.

Ela é descendente da família Lobo, nome de referência na música cabo-verdiana.

 

 

lutchinha
Lutchinha

(12) Lutchinha, de seu nome de baptismo Maria da Luz Neves, nasceu em S.Vicente, pais da ilha da Boavista, emigrou em 1989, é uma das cantoras mais populares na comunidade.

Ela trabalha na cidade de Brockton em plano familiar, jovens com grávidez precoce, por forma a ajudar a educar na integração da familia.

“Castanhinha” é, até então, o seu único CD, lançado em 2004; ela faz parte de “Cruzamento”, único grupo nos E.U.A. com uma emigrante cabo-verdiana composto por mulheres de diferentes países.

Ela tem sido a cantora-activista mais participativa na comunidade.

 

 

Maria D’Apolos Furniture
Maria D’Apolos Furniture

(13) Maria D’Apolos Furniture, de seu nome Maria Alves Monteiro, nasceu no Fogo, vive nos E.U.A. desde 1969, proprietária de Apolos Furniture – Import / Export Inc., aberto em 2004 na cidade de Brockton

Esta empresária foi proprietária, em três cidades, duma rede de lojas de mobilias e outros produtos. A sua primeira loja foi aberta na cidade de Boston em 1982.

Ao longo dos anos, ela conserva contactos com clientes de várias raças.

Assim que chegou aos E.U.A., ela trabalhou em fábrica, estudou dactilografia especializada e, por 11 anos, foi funcionária numa companhia de seguros.

Ela criou no seu negócio uma linha de crédito que possibilita e facilita aos clientes adquirir, com facilidade, mobiliários e outros utensílios domésticos.

 

maria debarros
Maria de Barros

(14) Maria de Barros, cantora que nasceu em Dakar , Senegal , filha de cabo-verdianos, cresceu em Nouackchott , Mauritânia, emigrou para os E.U.A. em 1974.

O seu estilo, inspirado na voz da sua mãe, é uma mistura de ritmos europeu, africano e latino enraizados na tradição de Cabo Verde.

Ela gravou 3 CDs : (1) “Nha Mundo”; (2) “Dança Ma Mi”; e (3) “Morabeza”.

Além de actuações constantes, nomeações e apresentações mediáticas, ela conquistou títulos como artista cabo-verdiano do ano (2005); Miriam Makeba Award” por excelência em música; certificado de Mérito pelo Ministério da Cultura de Cabo Verde (2008).

Ela patrocina crianças carenciadas em escolas em Cabo Verde.

 

 

maria elena dalomba
Maria Elena Monteiro

(15) Maria Elena Monteiro, nasceu na Brava, aos três anos de idade com os pais foi viver em Dakar, Senegal, reside em Kissimmee, Orlando, Flórida, e emigrou para os E.U.A. em 1965.

Ela tem recebido e apoiado pessoas quando se deslocam para viver, visitar e participar em eventos na região.

Recentemente reformou-se como Gerente num Resort em Kissimmee, é considerada a cabo-verdiana mais acolhedora e dinâmica nesta região.

Conhecida por Maria DaLomba, apelido do anterior matrimónio, antes de ter mudado para Flórida, ela trabalhou em Boston, no estado de Massachusetts, actualmente faz parte de organizações que ajudam as pessoas sem abrigo e outras organizações de cariz social.

 

 

Maria Fatima Barros

Maria Fatima Barros

(16) Maria Fátima Barros, nasceu em S.Vicente, emigrou em 1958.

Ela é um dos donos de cinco unidades de “Nursing Placement Home Health & Hospice Care in Rhode Island”, empresa de enfermagem, saúde e cuidados intensivos no estado de Rhode Island.

Formada em enfermagem, psicologia e sociologia, nos ano 70, ela iniciou uma parceria que originou o negócio “Home Care agency”, agência de cuidados em casa, tendo sido reconhecida com vários certificados com destaque pelo estado de Rhode Island, cidade de Pawtucket, Ministério de Cultura de Cabo Verde,  Minority Elder Task Force, Minority Health Advisory Committee, Congressman Patrick Kennedy e Governor Donald Carcieri.

Em Cabo Verde, ela é madrinha do Lar Nho Djunga, Casa de Sopa da Igreja Nazarena em S.Vicente, apoia o Hospital Baptista de Sousa em S.Vincente.  Nos E.U.A. tem apoiado as organizações Amos House, YWCA e Cape Verdean Community Development Center.

 

Nanda Orlanda Ferreira

Nanda Orlanda Ferreira

(17) “Nanda” de seu  nome Orlanda Ferreira nasceu em Santo Antão, emigrou em 1978. Antes viveu em Portugal (1977) e Espanha (1980) e, em 1989, fixou residência nos E.U.A..

Foi proprietária de “Café Cabo Verde”, o primeiro restaurante cabo-verdiano no estado de New Jersey (1994 a 2002), ponto de encontro da comunidade de expressão portuguesa.

Actualmente ela presta serviços diversos, organiza eventos de entidades ou delegações e é considerada uma das mais dinâmicas no Estado de New Jersey.

Ela se destaca pela sua simplicidade, simpatia e hospitalidade, recentemente foi responsável pela organização de uma das três festas de despedida da ex- embaixadora de Cabo Verde nos E.U.A., Fátima Veiga.

 

 

raquel dias
Raquel Dias

(18) Raquel Dias, nasceu em S.Vicente, emigrou aos E.U.A. em 1989.

Há cerca de quatro anos passou a ser presidente da Associação Cabo-Verdiana de New Bedford e é considerada uma das cabo-verdianas mais dinâmicas nesta cidade.

Raquel tem formação em psicologia e massagem terapêutica, trabalha no sistema de ensino como elo de ligação entre a escola e pais de língua inglesa portuguesa e espanhola.

Um dos principais desafios da associação que ela preside, composta por cerca de 50 membros, é recuperar o edifício do cinema, futuro centro cultural, adquirido por um grupo de cabo-verdianos, no centro e na zona histórica da cidade.

Este prédio que estava em vias de ser resgatado pelas autoridades locais, devido ao projecto de modernização da zona histórica, se encontra em fase de reabilitação, comporta vários espaços, cujo maior espaço, anfiteatro, tem capacidade para receber eventos até cerca de 400 pessoas.

 

 

romanara ramos
Romana Ramos

(19) Romana Ramos, nasceu em S.Antão, mudou para S.Vicente ao 2 anos de idade. Fixou residência nos E.U.A. em 1975.

Desde 2006 ela é Presidente da CACD (Cape verdean Amercian Community Development), associação de origem cabo-verdiana nos E.U.A., na cidade de Pawtucket, no estados de Rhode Island.

Em 1993 até então ela desempenha a função de interprete e relações públicas no departamento de policia de Pawtucket.

Ela tem sido uma activista sócio-cultural-politica na comunidade, foi um dos fundadores do festival de India Point Park, para celebrar, em 1976, o primeiro aniversário da independência de Cabo Verde. Em 1978, ela foi uma das primeiras animadoras de programa de rádio “Música de Cabo Verde”, em WICE, em Norte Providence.

 

 

virginia goncalves
Virgínia Gonçalves

(20) Virgínia Gonçalves, nasceu na Ilha Brava, cedo, aos 9 anos de idade, emigrou para os Estados Unidos da América.

Ela formou-se em linguística, especialização em Espanhol, e é uma das mais veteranas activistas emigrantes cabo-verdianas nos E.U.A.

Devido a descriminação racial na altura, ela trabalhou e foi professora na República de Honduras. Mais tarde estudou no Brasil por ter ganho uma bolsa de estudos concedida a estudantes considerados “inteligentes”.

Ela reformou-se em 1996 como professora de Espanhol e Chefe de Departamento de Línguas.

Virgínia agiu a favor dos movimentos da independência de Cabo Verde e no processo de abertura política em Cabo Verde.

Ela fez parte, em 1972, da Federação Cabo-Verdiana/Americana, foi uma das incentivadoras para a criação do festival para celebração da independência, em 1976, que originou o festival de India Point Park em Providence.

 

Por: Pedro Ben’Oliel Chantre

20 MULHERES EMIGRANTES CABO-VERDIANAS MAIS PODEROSAS NOS E.U.A.

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