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Libertados os 2 polícias detidos na Guiné-Bissau

Libertados agentes da PN que estavam detidos na Guiné-Bissau

Os dois agentes da Direcção de Serviços e Fronteiras, detidos por suspeita de espionagem no aeroporto de Bissau, foram libertados no final da tarde desta terça-feira e regressam ao país esta quarta-feira, 31, revelaram fontes ligadas ao Ministério da Administração Interna.

Libertados Júlio Tavares e Mário Lúcio de Barros devem chegar à Praia na tarde desta quarta-feira, 31, num voo da Air Maroc.

Neste momento os dois policiais estão instalados num hotel de Bissau e passam bem. A acompanha-los está o Embaixador de Cabo Verde em Dakar, Francisco Veiga. No fim, nada ficou provado, a acusação inicial de atentado à segurança do Estado da Guiné caiu por terra e tudo terminou como começou: nada. Nem culpa formada, nem passagem pelo tribunal para justificar o sucedido.

É a vitória da diplomacia, mas os agentes não vão esquecer tão cedo o que passaram, no que deveria ser uma missão de serviço normal a um Estado vizinho e membro da Comunidade de Estados da África Ocidental (CEDEAO), uma simples operação policial de rotina para transportar uma guineense acusada de tráfico de droga, que já teria cumprido metade da pena em Cabo Verde e portanto devia ser extraditada.

Em Cabo Verde, a opinião pública exige explicações e está à espera que o conhecido porta-voz das autoridades guineenses, Fernando Vaz, venha contar uma história diferente, porque a primeira não pegou. Afinal, ele tem de dizer por quê é que se comportou como um “branqueador” de carrascos dignos de Estados de Não Direito.

Os dois agentes da Polícia Nacional viajaram no dia 09 de Julho e desde o dia 12 estavam detidos a mando dos militares e seus comparsas sem culpa formada. Uma encenação triste!

-asemana.cv

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