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Fidel Tavares, ex-DGSPRS, encontra-se detido


Detido ex-director-geral dos Serviços Penitenciários de Cabo Verde

Fidel Tavares

Fidel Tavares, ex-director-geral dos Serviços Penitenciários e da Reinserção Social, DGSPRS, encontra-se detido nas instalações da polícia Judiciária

De acordo com a fonte da RCV junto da polícia científica, Fidel Tavares deveria ser apresentado ao tribunal, nesta segunda-feira, indiciado por sonegação de documentação.

Ainda segundo a fonte da RCV, nesta investigação a Polícia Judiciária teve de fazer buscas na casa de Fidel Tavares.

Em Novembro de 2012 Fidel Tavares deixou o cargo de director-geral dos Serviços Penitenciários e da Reinserção Social, que exerceu durante quatro anos.

Na altura descartou a sua saída com associação no caso de corrupção na cadeia de Ribeirinha, em São Vicente, em que lhe foi movido um processo disciplinar sem culpa formada.

Disse na ocasião que a sua saída teve a ver com uma decisão há muito tomada mas mantida, por motivos políticos, em banho-maria pelo Ministério da Justiça.

A saída de Fidel Tavares, se efectivou com o despacho do ministro José Carlos Correia publicado no Boletim Oficial a 14 de Novembro e foi substituído pelo sociólogo Djanilo Jacob Fernandes Barbosa Vicente.

Segundo o jornal Liberal Fidel Tavares foi detido no Concelho dos Picos momento após o término do discurso do Primeiro-ministro no âmbito de inauguração do Paços dos Concelho.

Escreve aquele jornal que Fidel Tavares foi indiciado por sonegação de documentos que estarão ligados ao escândalo da Prisão de S. Vicente (Ribeirinha), que levou à detenção do então director deste estabelecimento prisional, Manuel Cândido, e seu posterior afastamento. Um caso que envolveu ainda 2 guardas penitenciários, alegadamente “comprados” por Lígia Furtado, Zé Pote e José Carlos, condenados (em Outubro de 2009) a pesadas penas pela prática de crimes de tráfico de estupefacientes, associação criminosa e lavagem de capitais e que, segundo a acusação, teriam beneficiado de um regime de favorecimento e privilégios ilegítimos tendo como responsáveis o então director da prisão e os dois agentes de segurança.

Uma acusação que, entretanto, não se confirmou no que respeita a Manuel Cândido.

Fonte: Rádio Comercial /visaonews.com


 

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