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No Brasil, 37%, nos EUA 36% das mulheres são vítimas de violência doméstica


Em África, uma em cada três mulheres é vítima de violência doméstica

Os companheiros são os principais agressores

A organização não governamental International Rescue Committee (IRC) divulgou um relatório que revela que a violência doméstica é uma das maiores ameaças à saúde e bem-estar da mulher. O nome do relatório é “Não me deixes morrer antes da minha vez” e explica que o facto de a mulher ser, muitas vezes, submissa ao homem permite que este tipo de agressões ocorra em silêncio e se prolongue no tempo.

A violência doméstica não conhece fronteiras e, por isso, muitas das histórias contadas no relatório do IRC  podiam descrever experiências vividas por vítimas em qualquer país do mundo. A proporção de mulheres vítimas de agressões em casa nos EUA, por exemplo, é de 36%, no Brasil é de 37% e na Etiópia ronda os 71%.

“Cada um de nós tem o direito de se sentir seguro na nossa própria casa, é por isso que o IRC considera tratar a violência doméstica como uma responsabilidade central humanitária.” refere George Rupp, presidente do IRC.

A ONG optou por se debruçar sobre o continente africano para demonstrar o modo como este problema, que é global, torna-se mais agudo em regiões que vivam fases de pós-conflito.

“Por toda a Costa do Marfim, Libéria e Serra Leoa, anos depois do fim oficial de guerras civis brutais, as mulheres ainda são intimidadas, ameaçadas e agredidas com uma frequência chocante”, alerta o relatório, citado pela edição online da televisão portuguesa TVI 24.

Na África Ocidental, 60% dos sobreviventes atendidos por esta ONG são vítimas de violência por parte dos seus parceiros.

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Foto: Relatório ‘Let me not die before my time’

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