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António Baptista é o novo Director Geral de Energia

O economista António Baptista é o novo director geral de Energia, substituindo no cargo Abraão Lopes, que vai presidir o Instituto de Gestão da Qualidade, prestes a entrar em funcionamento. Baptista é a aposta do ministro Humberto Brito, que quer, agora, um estratega para definir os destinos de um dos sectores mais problemáticos do país – Energia.
O governo decidiu apostar num economista para substituir o engenheiro Abraão Lopes na Direcção Geral de Energia. A escolha recaiu sobre o economista António Baptista, actual assessor do ministro do Turismo, Indústria e Energia para os assuntos macroeconómicos e que Humberto Brito julga ter o perfil indicado neste momento para substituir no cargo o engenheiro Abraão Lopes que deixa a DGE, depois de 20 anos no cargo, para ir presidir o Instituto de Gestão da Qualidade.

O ministro da tutela, segundo fontes deste jornal, preferiu apostar num técnico “com sensibilidade para o desenvolvimento macro, capacidade de planeamento e estratega q.b. para pôr a funcionar a Direcção Geral de Energia. Por isso, de entre vários nomes aventados, o de António Baptista encaixou melhor no perfil predefinido, primeiro por ser um economista, conhecedor dos planos de desenvolvimento, e depois por gozar da confiança política do ministro, sendo o seu assessor para assuntos macroeconómicos, como a Indústria e a Energia”, segundo fonte do ministério.

Quadro do Instituto Nacional para o Desenvolvimento das Pescas (INDP), António Baptista entrou no Ministério do Turismo, Indústria e Energia como assessor da então ministra Fátima Fialho. Com a saída desta do governo, conseguiu manter a função, continuando na assessoria agora do ministro Humberto Brito. A sua nomeação deve sair no Boletim Oficial nos próximos dias, estado apenas à espera do sim do primeiro-ministro, José Maria Neves.

Além desta mudança de director, a Energia vai conhecer nos dias que se seguem mais alterações, desta feita na sua estrutura organizativa. Para já, está assente que outras direcções de serviço serão criadas, de modo a dar vazão ao volume de dossiers por despachar – energias alternativas, electrificação rural, interligação das redes e, claro, Electra.

 

-asemana

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