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In response to the Paris attacks… – Há que evitar os erros do passado


In response to the Paris attacks, avoid the mistakes of the past.

15nytnow-paris11-master675Once again, the western world finds itself grappling with the scourge of terrorism.

The Islamic State terrorist group, has claimed responsibility for the attacks that killed 129 innocent people and injured 350 more last week in Paris. Of course, the U.S. has experienced the heartbreak of terrorism on our own soil.

Syria is at the heart of this complicated problem, which the world is grappling to deal with. We must take care not to make the same mistakes in dealing with dictator Bashar al-Assad that fueled the Islamic State after the downfall of Saddam Hussein in Iraq. This adds another complicated layer as the world considers its response to the humanitarian crisis of refugees at the same time it fears the forces of evil that could be let through an open door.

As we display our solidarity and compassion with Paris, may we also remember that terrorist attacks occur in many parts of the world – including Syria and Lebanon – places that many of our own area’s residents have ties to through earlier immigrations waves.

We must be mindful of the potential civilian casualties involved in any military action. While we must remain vigilant against these threats, we must not allow fear to change our way of life – which is exactly that the terrorists seek to do.

As France and its allies determine the appropriate diplomatic and military response to Paris attacks, may we also be mindful “that we don’t shoot first and aim later,” as President Barack Obama said Monday. The United States and its allies must carefully craft strategy that does not needlessly sacrifice blood and treasure only to end up with a stronger and emboldened enemy.

@Spinola64

 

Há que evitar os erros do passado na resposta aos ataques de Paris

bataclan-paris-attacksO mundo occidental encontra-se mais uma vez a braços com o flagelo do terrorismo.

O grupo terrorista Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelos ataques que mataram 129 pessoas e feriram mais de 350 indivíduos na semana passada em Paris.

Os EUA já experienciaram mais de uma vez o desgosto causado pelo terrorismo no seu próprio solo.

Síriaéo cernedesteproblemacomplicado com que omundo se está a debater. Temos de tercuidado para não cometermos os mesmos erros do passado ao lidarmos com o ditador Bashar al-Assad, que impulsionou o Estado Islâmico após a queda de Saddam Hussein, no Iraque. É mais uma complicação que o mundo têm que de considerer enquanto tenta encontrar uma resposta à crise humanitária dos refugiados e teme que as forças do mal entrempor uma porta deixada aberta.

Ao demonstrarmos a nossa solidariedade e compaixão para com Paris devemos lembrar-nos que ocorrem ataques terrorista sem muitas partes do mundo – incluindo Síria e no Líbano – locais em que muitos residents desta área possuem laços familiares e afectivos.

Temos que serconscientes das potenciais vítimas civis envolvidas em qualquer ação militar.Também não devemos permitir que o medo mude o nosso modo de vida – pois é isso que os terroristas procuram fazer.

Enquanto a França e seus aliados procuram uma resposta diplomática e militar adequada para os ataques em Paris, devemos ter o cuidado de “não atirar primeiro e fazer pontaria depois,” como disse o Presidente Barack Obama na segunda-feira. Os EUA e seus aliados devem elaborar cuidadosamente uma estratégia que não sacrifique desnecessariamente o sangue e o tesourosó para acabar com um inimigo mais forte e audacioso.

 

@Spinola64

 

 

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